segunda-feira, 10 de julho de 2023

Educação Infantil Receberá 1 Bilhão, só em 2023



A Pandemia da Covid-19, que dizimou mais de 700 mil pessoas no Brasil, também deixou estragos na educação. Um dos segmentos mais penalizados foi, com certeza, a educação infantil, que compreende a etapa do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. Segundo dados do Ministério da Educação, das 2,8 milhões de crianças que concluíram o segundo ano do ensino fundamental, 56,4% foram consideradas não alfabetizadas pelo Saeb. Isso mostra o tamanho do problema que o atual governo terá que enfrentar para melhorar os índices sociais do país. 

A esse respeito, é importante colocar que o Brasil ficou à frente de apenas 5 países, de um total de 57 que participaram do PIRLS/2023 (Relatório do Estudo Internacional de Progresso em Leitura). O PIRLS avaliou as habilidades de leitura de alunos do 4º ano do ensino fundamental. Esse é o período na vida escolar no qual o aluno já deve ter autonomia para avançar nos estudos. Portanto, estar plenamente alfabetizado é o mínimo que se espera.


No entanto, essa avaliação corrobora com a queixa de muitos educadores do segundo segmento do ensino fundamental, incluo-me a esse grupo, de que muitos alunos estão chegando ao 6º ano sem saber ler ou escrever. O que dificulta e muito o trabalho docente nessa etapa do ensino. 

É claro que isso não é culpa do professor do primeiro segmento! Claro que não!

Quanto a isso, cabe um esclarecimento, os professores do segundo segmento (do 6º ao 9º ano) são especialistas conforme sua graduação: língua portuguesa, matemática, história, geografia, e demais. Não são, portanto, professores alfabetizadores. 

Essa é uma especialização do curso de pedagogia, justamente o profissional que tem atuação no primeiro segmento do ensino fundamental, e que é o responsável pela alfabetização nas séries iniciais. Por isso, é complicado cobrar dos educadores do segundo segmento que faça um trabalho para o qual não estão qualificados, alfabetizar. 

Também não adianta negar o problema e fazer de conta que muitos alunos do segundo seguimento chegaram a essa etapa do ensino sem saber ler, nem escrever. É preciso buscar uma solução que não penalize nem os alunos, nem os professores. 

Dito isso, destaca-se a importância do programa do governo federal, o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, instituído pelo Decreto de Nº 11.556/2023, que prevê a alfabetização de 100% das crianças brasileiras até o final do segundo ano do ensino fundamental.

A adesão dos estados e municípios é voluntária, mas os entes federados que aderirem terão algumas exigências a serem cumpridas para receberem recursos do programa. 

O Governo Federal está destinando 1 bilhão de reais para esse ano de 2023, e mais 2 bilhões para os três anos seguintes. Até o momento da nossa pesquisa no site do MEC, todos os estado já haviam aderido ao programa, e 83% dos municípios também já haviam aderido.Das capitais, apenas Boa Vista (bolsonarista) não havia feito sua adesão. 

Qual a importância desse programa, ao nosso ver? O programa é importante porque investe na base da educação. Não precisa ser professor para saber que um aluno bem alfabetizado será destaque nas séries sesguintes com grandes chances de prosseguir seus estudos no ensino superior. 

A experiência tem nos mostrado que, quando o aluno chega na segunda etapa do ensino fundamental com problemas de alfabetização, ele poderá ter dois comportamentos: ou ele se retrai e fica calado o tempo todo porque não consegue realizar as tarefas de sala, ou ele brinca e perturba a aula durante as tarefas. 

Temos na rede pública excelentes alfabetizadores que precisam ser valorizados cada vez mais pela importância do seu trabalho. 

O que vemos como falho nesse compromisso? Ele visa resolver o problema daqui para frente. No entanto, parece que ficou para trás o problema amplificado pela pandemia. No caso dos alunos que estão hoje no sexto, sétimo, oitavo e nono ano sem saber ler nem escrever, o que se vai fazer? Essa didática do agrupamento, ou acampamento, não resolve. 

Por outro lado, é obrigação do município que aderir ao Compromisso criar a Política Municipal de Alfabelização. Penso que é nesse ponto que o município poderia agir para resolver a situação. Talvez fosse o caso de se pensar em contratar equipes de alfabetizadores para atender esses alunos. Uma equipe ficaria responsável para atender um grupo de escola passando uma ou duas vezes por semana e dando aula de alfabetização para esses alunos. 

Se não for pensado em algo desse tipo, não vai resolver o problema desses alunos que "pularam" o terceiro, o quarto e o quinto ano por causa da pandemia e chegarm ao sexto ano sem ler nem escrever. Se não resolver isso, teremos nos próximos quatro anos, alunos concluindo o ensino médio sem ler nem escrever. 

Reforçando:  vamos valorizar nossos alfabetizadores. Professores do segundo segmento não são, e muitos não sabem, e nem querem ser alfabetizadores. 

Leia mais sobre o assunto, clic abaixo:


Decreto de Nº 11.556/2023

Cartilha do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada

domingo, 2 de outubro de 2016

EXPLICA? HUMM, HUMM!!!!


Ah, tá certo, gente, o coitadinho explicou! O que importa é a saúde, dele, diga-se. Se é verdade que 30 mil reais (dinheiro que tira qualquer pobre da miséria) era "só" para o pagamento do acompanhante, médico, imagine o restante do tratamento! Que pena que o vereador nunca teve a mesma preocupação com a saúde dos eleitores que o "reelege" a cada eleição. Vai lá, primeiríssimo lugar, vai cuidar da tua saúde! Marabá precisa de ti, suas tetas estão secas; mas ainda sai um colostrozinho.

domingo, 11 de setembro de 2016

UNIFESSPA - Convite para publicação:Letramento na Educação Básica


Convite para publicação: Letramento na Educação Básica


O Caderno de Pesquisa:LiLiAr, periódico virtual do Programa de Mestrado
Profissional em Letras Profletras, da Universidade Federal do Sul e Sudeste
do Pará (UNIFESSPA), está com chamada aberta para o volume número 01, com a
temática Letramento na Educação Básica, a ser publicado no 2º Semestre de
2016.
A data limite para envio dos artigos é 15 de outubro de 2016. Esse Caderno
reunirá trabalhos resultantes de pesquisas científicas sobre práticas de
leitura e escrita vivenciadas na Educação Básica, desenvolvidas em cursos
de Mestrado e de Mestrado Profissional, sem ônus para os autores
convidados. Os artigos podem trazer diferentes perspectivas teóricas e
metodológicas desenvolvidas no campo de estudos da Linguística, Literatura
e Artes.
Informações adicionais:
1. Os trabalhos submetidos devem estar formatados de acordo com as
Diretrizes para Autores, enviadas em anexo.
2. O volume número 01 se caracteriza como uma atividade organizada por
profissionais da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará: Profa. Dra.
Áustria Rodrigues Brito, Profa. Dra. Eliane Pereira Machado Soares, Profa.
Dra. Tânia Maria Moreira e pelo Me Teófilo Augusto da Silva.
3. Ao enviar o material para publicação, o(s) autor(es) está(ão)
automaticamente abrindo mão de seus direitos autorais, concordando com as
diretrizes editoriais do Caderno de Pesquisa LiLiAr.

NORMAS PARA PUBLICAÇÃO NO CADERNO DE PESQUISAS DO PROFLETRAS/ UNIFESSPA

1.      O Caderno de Pesquisas LiLiAr (Linguística, Literatura e Artes) é um periódico semestral que busca estabelecer um espaço virtual e científico de divulgação de pesquisas e experiências de ensino de Linguística, Literatura e Artes, com vistas à popularização de conhecimentos produzidos na comunidade acadêmica e ampliação das competências de professores que atuam na Educação Básica. O Caderno está aberto à comunidade acadêmica e destina-se a publicação de trabalhos que, pelo seu conteúdo, possam contribuir para a formação e o desenvolvimento científico nas áreas mencionadas.
2.      A publicação de artigos, relatos de experiência, resenhas e entrevistas está condicionada a pareceres de membros do Comitê Científico ou de Colaboradores Ad hoc.Caberá aos Editores do Caderno a incumbência de selecionar os textos com base nestas normas e encaminhá-los para os pareceristas da área.
3.      A seleção dos textos para publicação toma como critérios básicos a contribuição às linhas editoriais do Caderno de Pesquisas do Profletras/Unifesspa, a originalidade do tema ou do tratamento dado, assim como a consistência e o rigor da abordagem teórico-metodológica.
4.      Eventuais modificações de estrutura ou de conteúdo, sugeridas pelos pareceristas ou pela Comissão Editorial, só serão incorporadas mediante concordância dos autores.
5.      Cada texto poderá ter, no máximo, três autores. Os autores, pela simples submissão, são responsáveis pela exatidão das referências bibliográficas e assumem a responsabilidade sobre a autoria e domínio de seu conteúdo.
6.      Em um mesmo número do caderno, não será permitido constar mais de um texto do mesmo autor, ainda que em co-autoria.
7.      A entrega dos originais inéditos para o Caderno de Pesquisas deverá obedecer aos seguintes critérios:
•       Os textos deverão ser elaborados com o processador de arquivo Word for Windows (7.0 ou mais atual, e em arquivo que não ultrapasse 2 MB); com limite de: 10 (dez) a 15 (quinze) páginas para artigos; de 08 (oito) a 15 (quinze) páginas para relato de experiência; de 03 (três) a 05 (cinco) páginas para resenha e de 10 (dez) a 15 (quinze) páginas para entrevistas.
•       Os textos originais submetidos ao Caderno de Pesquisas devem ser digitados em papel A4; fonte Times New Roman, no corpo de texto tamanho 12, com espaçamento entre linhas de 1,5, sem espaço entre parágrafos, alinhamento justificado e a primeira linha do parágrafo deve ter recuo de 1,25 cm; margem superior de 2 cm; margem inferior de 2 cm; e margens esquerda e direita de 2,5cm. Termos em língua estrangeira deverão ser escritos usando o modo itálico. Títulos de obras (livros, romances, poesias, filmes, etc.) deverão ser grafados igualmente em itálico. As transcrições (citações) de até 3 linhas devem estar entre aspas duplas no corpo do texto. As citações que ultrapassem 3 linhas deverão estar fonte 10, sem aspas, recuo de 4 cm da margem esquerda, com espaçamento simples. As transcrições deverão estar indicadas no corpo do texto com chamadas seguindo o modelo: Segundo Compagnon (2002, p. 57), ou (COMPAGNON, 2002, p. 57). Transcrições de falas de inform
 antes devem estar em itálico, espaço simples, fonte 12, recuo de 2 cm. Diferentes títulos do mesmo autor, publicados no mesmo ano, deverão ser diferenciados adicionando-se uma letra depois da data, por exemplo: (GARCIA, 1995a), (GARCIA, 1995b) etc.
•       As notas de rodapé devem ser exclusivamente explicativas. Todas as notas deverão ser numeradas e constar como nota de rodapé (usar comando automático do processador de textos: Inserir/Notas).
•       Eventuais ilustrações (quadros, gráficos, mapas, imagens etc.) devem ser apresentadas em folhas separadas do texto (indicando-se os locais em que devem ser inseridos), devendo ser numeradas e tituladas e apresentar indicação das fontes que lhes correspondem.

•       Os textos deverão conter, obrigatoriamente:
a.      Título: Deve aparecer no topo da página, em letras maiúsculas (CAIXA ALTA) fonte Times New Roman, tamanho 14, centralizado, espaçamento simples, e negritado. Duas linhas abaixo deve ser apresentada a tradução do título em Inglês, conforme a mesma formatação do título original.
b.      Autor(es):   Duas linhas abaixo do título (com espaço em branco de 1,5) deve ser informado o(s) nome(s) do(s) autor(es) por extenso, sem abreviaturas. No caso de mais de um autor, colocá-lo em linha diferente (logo abaixo), seguindo ordem de maior titulação. Os nomes devem ser digitados em fonte Times New Roman, tamanho 12, sem negrito, alinhado(s) à direita. Informar em nota de rodapé os dados de titulação, instituição, cargo e/ou função, e endereço eletrônico (e-mail).
c.      Os artigos deverão apresentar, ainda, resumo em português e abstract fiel ao resumo, acompanhados respectivamente de palavras-chave e key words. Neste caso, após o(s) nome(s) do(s) autor(es), deve-se escrever a palavra Resumo, fonte tamanho 12, negrito, alinhado à esquerda. Deve-se iniciar o conteúdo em seguida, utilizando no mínimo de 100 e máximo de 150 palavras, em estrutura de parágrafo único, sem recuo na primeira linha. O espaçamento deverá ser simples de entrelinha e justificado. Após o resumo, na linha seguinte, escrever Palavras-chave, em fonte 12, negrito, alinhado à esquerda. Em seguida, listar no mínimo 3 (três) e no máximo 5 (cinco) palavras- chave que identifiquem a área do artigo e sintetizem sua temática. As palavras-chave iniciar-se-ão com letras maiúsculas e serão separadas por ponto.Logo abaixo deve vir, respectivamente o Abstract e key words que devem apresentar formatação igual à do Resumo e das Palavras-chave.
d.      Referências: devem ser alinhadas à esquerda, devem conter exclusivamente os autores citados no trabalho e ser apresentadas em ordem alfabética, obedecendo às normas atualizadas da ABNT (NBR 6023/2002). Textos que não contenham as referências ou que as apresentem de forma incorreta não serão considerados para exame e publicação.

8.      Os textos devem estar rigorosamente em conformidade com as normas da ABNT em vigor.
9.      Textos que não atenderem rigorosamente às normas poderão ser recusados, neste caso, os autores serão comunicados, via e-mail.
10.     Os textos representam o ponto de vista de seus autores e não a posição oficial do Caderno de Pesquisa ou da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará.
11.     O envio de qualquer colaboração implica automaticamente a cessão integral dos direitos autorais ao Caderno de Pesquisas LiLiAr.O autor da produção submetida ao caderno deve encaminhar juntamente com seu texto o termo de autorização para publicação. O envio do texto para publicação autoriza o periódico a disponibilizar gratuitamente, sem ressarcimento dos direitos autorais, a produção submetida para fins de leitura, impressão e/ou download pela Internet, a título de divulgação.
12.     Não haverá pagamento a título de direitos autorais ou qualquer outra remuneração em espécie pela publicação de trabalhos no Caderno de Pesquisas LiLiAr.
13.      O periódico não se obriga a devolver os originais das colaborações enviadas. O Caderno se reserva ainda o direito de efetuar alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical nos textos, com o intuito de manter o padrão culto da língua, respeitando, contudo, o estilo dos autores.
14.     Os textos deverão ser enviados para o Caderno de Pesquisas LiLiAr/Unifesspa por meio do correio eletrônico do periódico:

cadernodepesquisaliliar@gmail.com

domingo, 4 de setembro de 2016

ELA MERECE O APOIO DA CATEGORIA


CATEGORIA APROVA CALENDÁRIO DE LUTAS E MOBILIZAÇÕES


Em assembleia geral realizada na EE. Cordeiro de Farias na manhã desta quinta feira (1) os (as) trabalhadores (as) em educação da rede estadual de ensino discutiram e decidiram sobre a pauta do pagamento do piso salarial do magistério, que recebeu decisão favorável do Tribunal de Justiça do Estado (TJE/PA) no último dia 24|08 e que permanece sem uma sinalização para efetivação do pagamento por parte do governo Jatene (ainda que já tenham se passado oito meses de acúmulo da dívida); sobre o bloqueio dos salários de mais de 2.000 servidores o Sintepp reitera que repudiou ainda na audiência realizada no dia 23|08 e não aceitará em hipótese nenhuma que o recadastramento seja usado como subterfúgio que justifique esta penalidade ao servidor e entrará com as ações judiciais cabíveis; ainda foi rechaçada a ação do governo que visa limitar em 220h máxima, a jornada máxima daqueles servidores que tem dois vínculos, uma vez que isto fere a Constituição Federal, frente a isto o Sindicato questionará e tomará as medidas administrativas e jurídicas quanto a questão; outro informe foi o andamento da ação que busca criminalizar os dirigentes da greve/2015, é nítido que Jatene e sua secretaria de educação Ana Cláudia Hage pretendem desarticular o movimento reprimindo suas lideranças, atacando o direito de greve para tentar intimidar o movimento social. No entanto, causa efeito contrário.

Diante deste cenário foi aprovado o seguinte Calendário de lutas e mobilizações da Categoria:

06|09 (terça-feira): Paralisação com ato público – 14h00 - SEDUC

12|09 (segunda-feira): Reunião com a comunidade escolar

SEMANA ESTADUAL DE LUTA

13|09 (terça-feira): Paralisação com ato público – 9h – Fórum Criminal de Belém (em frente à Igreja de São João - Cid. Velha)

14|09 (quarta-feira): Paralisação com ato público no Trevo do Satélite, 9h

15|09 (quinta-feira): Paralisação com ato público, 9h, TJE

Assembleia geral, 16h, EE. Cordeiro de Farias

Os educadores receberam informes e analisaram a conjuntura política nacional, apontando para a não intimidação ao GOLPE de Temer, e confirmaram a continuidade na luta pela garantia de direitos que vêm sendo brutalmente atacados com a criação de projetos de lei como o 257 e 241, que tramitam no congresso federal.

Na pauta de informes gerais o Sindtifes repassou antecipou que estão ocorrendo reuniões preparatórias para a caravana do funcionalismo público contra os ajustes de Temer, que ocorrerá em Brasília com acampamento no período de 12 a 14|09. Dando continuidade a Assessoria Jurídica esclareceu dúvidas da categoria.

Educadores das EE. Olinda Veras Alves e Raimunda Sena da Silva (região das Ilhas), no município de Curuçá, denunciaram que estas unidades de ensino estão há cerca de um mês sem aula por falta de transporte escolar. Foi citada no plenário a precoce morte do aluno Eduardo da EE. Stº Afonso, no bairro do Telégrafo, divulgada ontem (31) pela imprensa, que está sobre investigação da polícia e que pode vir a refletir mais um caso da crescente violência urbana que avança para dentro dos muros de nossas escolas.

No mais, sobre a proposta de ocupação de escolas foi definido que ocorrerá reunião com as lideranças estudantis para definir a dinâmica que as ações acontecerão; sobre a escolha de representantes sindicais por escola foi esclarecido que o trabalho segue em andamento e será novamente até o dia 15|09 e quanto ao IASEP as agendas estão sendo cumpridas em parceria com o Fórum Estadual de Servidores Públicos, que não aceitaram a proposta elevada de reajuste apresentada pelo governo e já aguardam audiências públicas no Ministério Público e Assembleia Legislativa do Estado.

Para visualizar as fotos da assembleia acesse o Facebook do Sintepp clicando aqui.


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