quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

AMANHÃ NA SMS REUNIÃO COM O PREFEITO ELEITO

Recebemos ligação do vereador diplomado, Professor Pedro Souza, agora há pouco. Segundo nos disse ele, o prefeito eleito João Salame, mostrou-se bastante aborrecido com a matéria publicada na última edição do Jornal Correio do Tocantins, a qual comentamos na postagem anterior. "João Salame disse que não concorda com nada do que foi publicado ali, ele jamais tirará algum direito adquirido do servidor. Todo o ajuste que tiver que ser feito na folha será no sentido de enxugar, tirar os excessos de contratados". Explicou o vereador.
A fim de melhor esclarecer esse ponto com a categoria, João Salame marcou para amanhã, às 11 horas, na Secretaria de Saúde uma reunião com os sindicatos (Sintepp, Sintesp, Servimar) para discutir a seguinte pauta: pagamentos atrasados de 2012; vale alimentação e PCCR da educação.

QUE TAL VOLTARMOS A GANHAR O MESMO SALÁRIO DE 2010?

ESSE TEMPO NÃO QUEREMOS MAIS

Essa imbecilidade foi proposta na matéria publicada na edição 2.459 do jornal Correio do Tocantins, com o título NOVO PREFEITO NÃO DESCARTA REAVALIAR PCCR DA EDUCAÇÃO, e vem assinada pelo repórter Ulisses Pompeu. Tem cara de matéria comprada, feita sob medida, para defender projetos de quem quer usar os recursos da educação para fins escusos. 
O repórter diz que "A reportagem do CT levantou junto a um técnico da Semed" que o maior problema da folha de pagamento da educação de Marabá ocorreu porque o prefeito Maurino aceitou "passivamente" repassar o aumento de 22%  ao piso salarial nacional  enquanto que outros prefeitos "recorreram a justiça para não fazer isso. Segundo a opinião do senador Cristovam Buarque isso "é a mesma coisa de os dirigentes das províncias, em 1888, terem questionado a Lei Áurea". 
Esse técnico, supostamente, ouvido pela reportagem do CT é no mínimo um retardado mental. Alguém que desconhece a lei do FUNDEB. Não sabe ele que o piso salarial é reajustado anualmente pelo valor do custo aluno e que para o ano de 2013 já está previsto um aumento de 21,25%? E que o município recebe conforme a quantidade de alunos matriculados na sua rede? 
O problema do repórter foi que ele não ouviu somente esse técnico que usou as palavras do vice-prefeito para se expressar, mas ouviu também aquela bichinha que anda espalhando maldades por ai. Tenho certeza que em sua sã consciência, se não estivesse com a mente embasada pelo fel da tinhosa criatura, ele, o conceituado Ulisses Pompeu não teria publicado tamanha imbecilidade. Esse técnico não tem nome, ou será que foi a maldita em pessoa que falou-lhe aos ouvidos. Veja só o que propõe "o técnico": 1) retirar os 15% da gratificação de regência dos professores; 2) não reajustar o piso salarial nesse ano de 2013; 3)lotar todos os supervisores para sala de aula; 4) retirar a gratificação de 10% do minguado salário do pessoal de apoio; 5) reduzir o percentual de gratificação de especialista (não é gratificação Pompeu!) de 25%, e o do mestre de 100% (Vanda Américo também defendia isso). O possesso técnico termina dizendo "...a folha da educação ficará mais ou menos o que estava em 2010". Se João, por um instante de loucura que todos nós temos uma vez na vida, desse ouvido a essas palavras do Satã, ele estaria apenas se preparando para ter um governo mais conturbado do que o do Maurino e devolveria, com toda a certeza, em 2017 a prefeitura para  o Tião Miranda, com a Semed do jeitinho que ele deixou. No único lampejo de sanidade do repórter ele diz "...nem o Sintepp nem os educadores, de uma forma geral, aceitariam qualquer tipo de redução de direitos adquiridos em plano de Carreira sem discussões, pressões e até mesmo greves".
 Camarada Ulisses Pompeu, eu te digo, não aceitaremos nem discutir esse assunto. Isso está fora de pauta. Queremos é avançar no PCCR, como por exemplo, temos que discutir a implementação da hora atividade. Você sabe o que é isso? A lei do piso exige não só a melhoria salarial do professor, mas também que seja destinado um percentual de 30% da sua carga horária para planejamento, ou seja, ao invés do professor perder madrugadas de sono, finais de semana e feriados corrigindo trabalhos e elaborando seu planejamento ele terá um tempo destinado a isso dentro da sua carga horária. Isso é hora atividade e precisa ser implementada. Outra coisa que precisa avançar, o professor de zona rural, hoje, precisa optar entre receber a gratificação de regência e a de deslocamento. O que é uma grande injustiça, o deslocamento ele faz e precisa ser gratificado por isso, se dispor a dar aula no cafundó do judas, quem quer ir. 
Conversamos  com o professor Lucimar Tavares, conselheiro do fundeb, segundo ele "a prefeitura não está cumprindo mais do que a  obrigação dela de investir no mínimo 60% do fundeb em salario do professor. O fundeb foi criado, prioritariamente, para valorizar o professor, a prefeitura pode investir até 100% do fundeb em pagamento dos servidores da educação. Para construção e reforma de escolas existem os 25% do orçamento dos recursos da prefeitura que o município é obrigado a investir na educação. Aqui em Marabá, esse percentual ficou em 54 milhões com números desse ano de 2012, a previsão para 2013 é aumentar esse valor". João, João, Joãozinho de Deus, não queira dá esse tiro no próprio pé.  

PARA O SENADOR CRISTOVAM BUARQUE O PISO SALARIAL DO PROFESSOR DEVERIA SER DE 9 MIL REAIS



Cristovam pede a governadores que não recorram do reajuste do piso salarial dos professores


Redação.. - 18 de setembro de 2012 às 05:06

BRASÍLIA (Agência Senado) - O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), em discurso nesta segunda-feira (17), fez um apelo aos governadores que estão entrando com ações no Supremo Tribunal Federal (STF) pela inconstitucionalidade do índice de reajuste do piso nacional dosprofessores. O senador disse que é possível cumprir a lei realocando gastos e que, caso o estado não encontre solução, deve entregar a educação para a União.

- Governadores, por favor, não comprometam os seus nomes, no século 21, pedindo a inconstitucionalidade de uma lei de reajuste do piso salarial que eleva um pouco acima da inflação o salário dos seus professores – disse o senador.

Dirigindo-se ainda aos governadores, Cristovam disse que é melhor entregarem as escolas ao governo federal, caso não possam bancar os salários dos professores, iniciando-se assim a federalização da educação, do que optar pela falência do sistema educacional, mantendo nas mãos dos estados e dos municípios. Isso, alertou, sacrificaria os professores e, em consequência, o futuro do país.

Segundo seus cálculos, cumprir a lei em todo o Brasil custaria ao país pouco mais de R$ 3 bilhões, o que é quase 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, de cerca de R$ 4 trilhões. Desde que foi aprovado o piso salarial nacional para os professores, apenas dez estados o pagam: Goiás, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo, Amazonas, Roraima e Distrito Federal. Isso não necessariamente inclui todos os municípios, já que a educação não é centralizada.

A luta pela aplicação integral do piso nacional dos professores, iniciativa legislativa de Cristovam, é intensa desde a sua criação, em 2008. Primeiro, seis dirigentes estaduais recorreram alegando a inconstitucionalidade da lei, já que a União estaria entrando em assuntos que dizem respeito aos estados. Reconhecida a constitucionalidade, agora cinco governadores questionam o índice de reajuste.

Pela lei em vigor, todo ano, o piso salarial do professor deve ser reajustado pela variação do “custo-aluno” de acordo com o Fundeb, indicador do Ministério da Educação que considera o número de matrículas e os gastos locais com educação. Por esse fator, o reajuste para 2013 será de 21,25%, o que elevará o piso para R$ 1.756,00. Para o senador, ainda é pouco, já que o salário ideal para atrair professores qualificados deveria ser de R$ 9 mil.

Na opinião de Cristovam, recorrer alegando inconstitucionalidade – tanto da lei, como foi feito anteriormente, o que deixou sua aplicação sub judice por anos, quanto do índice para reajuste – é a mesma coisa de os dirigentes das províncias, em 1888, terem questionado a Lei Áurea.

13º SALÁRIO DOS SERVIDORES DA SEDUC

Finaliza hoje dia 20/12, o cronograma de pagamento do 13º salário dos servidores do Estado do Pará. Com isso, segundo dados da Agência Pará, foram injetados mais de 400 milhões de reais na economia paraense. Já amanhã inicia-se o pagamento dos salário do mês de dezembro. O governo promete pagar a todas as secretarias até o dia 28/12. Por aqui, como será que as coisas ficam?

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

EU NÃO PRESTO, MAS EU TE AMO



Dia 18 de dezembro, fizemos 15 anos de casados. Três prêmios: Lucas, Tiago e Mateus. Obrigado, minha preta, por suportar o meu amor durante todo esse tempo, quase metade da sua existência. Amo você. 
Para: Francirlene Santos Queiroz - a mulher que manda em mim.